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CHARLES BUKOWSKI

O show deve continuar


Charles Bukowski (1920-1994)

Nasceu em Andernach, Alemanha, filho de uma alemã e de um funcionário norte-americano em missão durante a ocupação Americana da Alemanha no fim da primeira guerra mundial. Foi com os pais para a Estados Unidos da América com dois anos de idade.Publicou mais de sessenta livros entre poesias, estórias curtas e romances. Depois de criar Story e Portfolio passou dez anos sem escrever nada. Chegou à enfermaria de indigentes do Los Angeles Country General Hospital com uma grave crise de hemorragia, resultado de dez anos de contínua embriaguez. Há quem diga que não morreu. Ao receber alta, conseguiu uma máquina de escrever e voltou ao trabalho - desta vez poemas.

Mais tarde dedicou-se outra vez à prosa, ganhando certa notoriedade com a coluna Notas de um Velho Safado, publicada principalmente pelo jornal alternativo Open City. Funcionário dos Correios durante 14 anos, demitiu-se ao completar 50, para, segundo ele, não acabar enlouquecendo. Depois disso, não procurou mais emprego e "limitava-se a comer fitas de máquinas de escrever". Comeu tanta finta de máquina de escrever que logo depois publicou sua primeira novela, Post Office (Cartas na Rua, ed. Brasiliense). Casado e divorciado uma vez, amasiado em profusão, teve uma filha.

Suas histórias de sacanagem imortal saíram sobretudo em publicações da imprensa alternativa, entre as quais Open City e Nola Express. Outras foram compradas por Evergreen,Review, Knight, Pix, Berkeley Barb, Adam e Adam Reader.Em 1984, três de seus livros estiveram, por algum tempo, na lista de Best Sellers no Brasil.

Em matéria de Bukowski, as opiniões continuam divididas. Parece que não há meio termo. As pessoas adoram ou detestam o que ele escreve. Histórias e façanhas de sua própria vida são tão descabeladas e estranhas como as que brotam da sua imaginação. Em certo sentido, Bukowski foi uma lenda, um doido,um recluso, um conquistador...carinhoso, perverso...nunca igual.

Buk não conseguiu concretizar "a grande trapaça" e a dona Morte o fisgou em março de 1994 aos 74 anos. Nada mal, para um cara que, antes dos 50, foi parar na emfermaria dos indigentes com hemorragia interna provocada pelo abuso do álcool.

 

bukowski e georgia em carlton way, anos 70
Bukowski e amiga em carlton way, anos 70

Bukowski no Brasil

Cartas na rua, ed. Brasiliense, 1983
Misto quente, ed. Brasiliense, 1984
Mulheres, ed. Brasiliense, 1984
A Crônica do Amor Louco, L&PM, 1984
Fabulário geral do delírio cotidiano, L&PM, 1984
Notas de um velho safado, L&PM, 1985 e 2000
Hollywood, L&PM, 1989
Pulp, L&PM, 1989
O capitão saiu para o almoço e os marinheiros tomaram conta do navio, L&PM, 1999
Charles Bukowski - vida e loucuras de um velho safado (biografia), de Howard Sounes, Conrad livros, 2000

 

TÓPICOS


Notas biográficas e obra no Brasil

Sobrevivendo nas entranhas da América

O Capitão saiu para o almoço e os marinheiros... - resenha

Hollywood - resenha

Pulp - A última novela de Bukowski - resenha

Notas de um Velho Safado - coletânea de textos

Cartas na Rua - novela

Misto Quente - A juventude de Henri Chinaski

Fabulário Geral do Delírio Cotidiano - contos

Mulheres - novela

O Diabo em figura de gente - conto

Vida e loucuras de um velho safado - resenha

Poemas extraídos da Biografia


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