|
Cândido Maya. Na cela
do presídio Miguel Schultz. 1956
Em meados de 1956, no México, em plena atividade preparatória
da expedição que a bordo do iate " Granma" levaria
à Cuba a guerra revolucionária, Fidel e um grupo de futuros expedicionários
foram presos pelas autoridades Mexicanas. Na cela coletiva que
os cubanos ocupavam, foi tirada esta foto, a primeira que se conserva
em que aparecem juntos Fidel e Ernesto Che Guevara.
|
|
OAH. Na prisão Mexicana.
1956
Foto tomada no pátio da prisão mexicana de Miguel Shultz, onde
aparece a maioria dos revolucionários cubanos detidos. De pé,
a cubana María Antonia González,importante colaboradora dos futuros
revolucionários, em cuja casa, na Cidade do México, ocorreu o
primeiro encontro entre Fidel e Che.
|
|
OAH. No treinamento de
tiro. 1957
A partir de verão de 1955, no México, Che se incorporou ao destacamento
que se preparava para levar a guerra revolucionária para Cuba.
No campo de tiro desportivo de "Los Gamitos", teve efeito
parte do treinamento dos futuros combatentes. Esta foto é a primeira
de que se tem conhecimento da participação de Che na preparação
militar.
|
|
OAH. Rebelde. 1957
Esta foto eloquente de um combatente já convertido em curtido
guerrilheiro corresponde aos primeiros meses da campanha em sierra
maestra.
|
|
OAH. Ferido. 1957
Convalescente de uma ferida tomada durante uma das ações da coluna
4 durante os meses finais de 1957, Che passa o tempo em uma de
suas ocupações mais preferidas: a leitura, neste caso da biografia
do escritor alemão Goethe.
|
|
OAH. Pino del Alma.
1958
Esta foto, com Fidel e outros guerrilheiros, parece corresponder
ao início do combate de Pino del Agua, que foi a operação mais
complexa empreendida até aquele momento pelo Exército Rebelde
e anunciaria o começo de uma nova etapa na guerra revolucionária.
|
|
OAH. Gilberto Capote.
1958
Nesta foto inédita tomada no acampamento de La Mesa, Che conversa
com o combatente Gilberto Capote, que seria morto em combate em
Pino del Agua em fevereiro de 1958.
|
|
Salas. Primeiro de Maio.
1963
Esta foto que se converteu em uma das clássicas dentro do património
gráfico cubano, foi tomada em 1963, na tradicional concentração
e desfiles populares na Praça da Revolução , por ocasião do dia
dos trabalhadores.
|
|
Salas. 26 de Julho em
Santiago. 1964
Uma das imagens conhecidas e mais lindas do Che, obtida durante
a comemoração do feito que marcou o início da luta revolucionária
em Cuba - o assalto ao quartel de "Moncada"em Santiago
de Cuba.
|
|
Arnaldo Santos. O estivador.
1961
Consagrando o trabalho voluntário do qual foi o principal mentor,
Che trabalha nos moinhos "Sierra Maestra" do porto de
Havana.
|
|
OAH. Transmissão de rádio.
1958
"Atenção,atencão ao povo de Cuba e em especial ao povo de
Las Villas: Dentro de breves momentos estará no ar a Rádio Rebelde
de Las Villas, junto com a emissora OCR da coluna 8 do exército
Revolucionário..." Assim foi o início das transmissiões em
13 de dezembro de 1958, da emissora 6-8-C-R da Coluna Invasora
"Ciro Redondo" do Exército Rebelde no território central
de Cuba. Rádio fundada por Che, assim como a Rádio Rebelde de
Sierra Maestra.
|
|
Richard Dindo. O inimigo
na mira. 1961
"É o exemplo arrepiante de um povo que está disposto a imolar-se
atomicamente para que suas cinzas sirvam de cimneto às novas sociedades".
Che, em Novembro de 1962, durante a crise dos mísseis.
|
|
Raul Corral (Corrales). Com
Fidel no aeroporto. 1959
Na Iconografia da Revolução Cubana, as imagens de Fidel e Che
são símbolos que identificam o projeto cubano ao qual está engajado
todo o povo.
|
|
OAH. Ramón Benítez.
1965
O guerrilheiro despista as agências internacionais de inteligência
caracterizado como Ramón Benítez, um burguês em viagem de negócios.
Em 19 de abril de 1965, depois de um desvio de rota de 17 dias
che chega à tanzânia, de onde partiria para Congo para
levar a experiência cubana aos guerrilheiros locais.
|
|
OAH. Autoretrato.
1966
Auto-retrato em Dar Se Salaam, Tanzânia, no início de 1966. Che
vive recluso na embaixada cubana, recuperando as energias e fazendo
um balanço da experiência Congolesa. Tem 37 anos.
|
|
OAH. Adolfo Pena.
1966
Fidel confere um dos passaportes falsos utilizados por Che, aqui
caracetrizado como Adolfo Pena, rumo a Bolívia.
|
|
Dindo Richard. Bolívia.
1966
No acampamento, da esquerda para a direita: Alejandro,Pombo,Urbano,Rolando,Che,Tuma,Arturo
e Moro. "Temos comida razoável para três dias; hoje o Ñato matou
um passarinho com a funda. Entramos na era do pássaro." Che, Diário
de Bolívia.
|
|
Dindo Richard. O prisioneiro.
1967
"A única guerra em que você sai perdendo, é aquela em que você
não participou". A derradeira imagem do Che vivo, preso na Bolívia.
Ao seu lado o agente da C.I.A. não perde a chance de pousar para
a eternidade com sua ilustre presa.
|
|
OAH. A morte na Bolívia.
1967
"Rosto de menino europeu fotografado com os olhos abertos/ jovem
garoto radiante feminino imberbe/ tombado de costas sorrindo para
cima/ Calmo como se lábios de damas estivessem beijando invisíveis
partes do corpo/ Cadáver sereno de angélico garoto envelhecido/
perceptivo Doutor Argentino, Comandante Cubano petulante"(..).
Allen Ginsberg
|
|
OAH. O mito. 1967
A mais famosa imagem de Che, captada em Havana durante ato em
prol das vítimas da sabotagem de "La Coubre" em 05 de
maio de 1960. É certamente uma das imagens mais conhecidas de
todo o mundo. Durante esse ato, Fidel, em seu discurso, pronunciou
pela primeira vêz a frase que se converteu em lema da Revolução
Cubana: "Pátria ou Morte!".
|