| Leo |
Naquela noite não sonhouSem premeditar jogou-se precipicio abaixo. O craneo esfacelou-se nos rochedos e o snague alimentou os peixes, ecretamente sanguinariso, que nadaram com apareente inocencia naquele lago.Os olhos saltaram das orbitas. Nada restou de vida naquele corpo outrora esbelto, apesar de magro. Sua namorada,que observava a queda, nem sequer chorou. Permaneceu estatica, estupefacta, por alguns minutos, depois do que foi procurar outro namorado menos louco e ais propenso ao maor do que a morte. Afinal, era jovem e bela e nao quis desperdicar suas energias com um louco suicida. Esqueceu-o automaticamente, de pronto. O espirito, no entanto, continuou na tera a fazer acrobacias, que nem Deus acreditava. Enrolou-se feito uma engguia no pesco'co de uma orfa de seis anos de idade e nao desgrudou ate que ela morresse de tanto tremer.Em seguida, transformou-se em nevoa e foi matar de coracao todos os medrosos que nao chegaram a parecer em nenhum conto de terror. Por fim, sob a forma de um tenia enorme, saiu pela boca de uma jovem senhora, que morreu de susto e soltou um grito cheio de sangue. Nese instante, parou para pensar se nao havia nada melhor a fazer om a imaginacao. Chegou `a conclusao de que nao, e paou a atormentar todos os felizes da terra, ate que a humanidade fosse uma especie extinta. Naquela noite, ele nao sonhou. |