Jack Daniels
Recortes de xota quente de Rita Mae

no quarto de hotel barato com minha vara engatada na xota quente de Rita Mae.
ela entrou sacolejando a bunda do tamanho de um bonde. grande garota, eu pensei. grande garota mesmo.
e no lavabo da espelunca ensaiei aquele sorriso de candidato a senador e quando estava voltando para a meu conhaque, louco para beliscar de novo aquela fabulosa bunda da Rita Mae, tinha um cara, dando uma de gostosão e tudo. e ele parecia um veado!
é uma grande merda tudo isso. ele aproximou-se da garota e cochichou alguma veadagem no ouvido dela e ela deu uma risada e ela ria olhando para mim. AQUELES MERDAS ESTAVAM FALANDO DE MIM! só podiam estar rindo de mim! mas tudo bem, garota é assim mesmo e então me concentrei nos peitos dela que pulavam de lá pra cá ao ritmo da tal risada. e ah, eu vou meter nela, vou meter nessa xota e vou meter no rabo dela. e então o tal veado desistiu.
e lá ficamos nós de novo naquela lengalenga do começo. eu de um lado do balcão e ela DO OUTRO. DEPOIS DE TODA ESSA ONDA NÃO ERA POSSÍVEL QUE ELA NÃO ESTIVESSE ESPERANDO DESESPERADAMENTE POR MEU ATAQUE. no duro, não era possível que ela não estivesse esperando por isso!
agora sim, estamos acertados. Rita Mae e eu no quarto vagabundo, e eu mandando ver na xota quente da Rita Mae. que xota quente e apertada que a Rita Mae tem! bem, não existem mais xotas apertadas.
para começar olhei para ela e sorri com malícia e ela me ignorou. gosto disso.
ela pagou a conta, pegou o troco calmamente e enfiou na bolsa e me fulminou com seus olhos verdes. UNS PUTA OLHO BONITO PRA CARALHO! ela calçava sapatos de salto e tinha umas belas pernas. Emborquei meu conhaque e fiquei esperando. e então ela me beliscou a bunda e saiu do bar,
e eu pensei, JÁ COMI! e então já estávamos conversando como velhos conhecidos. Isso já me aconteceu antes, mas o grande escritor não pode se lembrar de tudo. jogo tudo no papel e foda-se. e escrever para mim, é como beber, é natural, apesar de alguns críticos me CRITICAREM. e algumas garotas me abandonarem por beber muito.
uma garota vale mais que dez milhões de críticos. garotas gostam de discutir e eu sou bom nisso. entramos em outro bar e bebemos uma piscina de conhaque e cerveja e não fizemos coisas chamadas de atentado ao pudor.
fomos andando para o meu quarto trançando as pernas e tinha uma voz rouca de mulher rodada! RITA MAE, tão nova e tão rodada, simplesmente relaxou e fiquei CHUPANDO ELA POR UMS TRINTA MINUTOS,
depois acendi um cigarro e perguntei: “tudo bem gracinha, porque diabo você não gosta de chupar pau?”
você está bêbado, ela disse,
peguei meu maldito pau e apertei a cabeça. sabe, gracinha, EU SOU JACK DANIELS, beibi! você já leu “Bagos azuis e cinzentos em torno da fazenda roxa?”
não leio pornografia, ela disse.
Oh Deus! Porque você me odeia tanto assim? Ela não leu a grande obra prima de Kambene. E eu não disse nada. Sorri com desdém, com cara de quem diz “você é uma garota e garotas não sabem de nada!” Oh são Sebastião, valei-me por meu pau! CHUPA MEU PAU, OH VIRGEM MARIA!
e daí ela começou a chupar a minha vara como se fosse um sorvete e essa coisa toda,
PUTA PEITOS TESUDOS! Eu simplesmente não queria sair mais dali. SEIOS, SEIOS, SEIOS. XOTA, XOTA, XOTA. E ela adorava, gritava, porra, parecia filme pornográfico,
UM PUTA QUEIJO COM CHEIRO DE BOCETA,
que bonitinho! e minha piroca, esse cara, a piroca de um grande escritor, foi mergulhando naquela xaninha umedecida e relaxada. Rita Mae enterrava suas unhas felinas nas minhas costas - essa é clássica e tou sabendo...MAS FODA-SE! - e grita, “ isso, Oh sim, me rasga. rasga a sua puta. enterra até as bolas ” e eu lá, já no desespero, acelerando tipo um leão e ela “ me fode, me fode, me fode, me fode mais forte, seu puto. seu puto vagabundo. Mais forte meu único macho!
“QUE MERDA É ESSA DE MEU ÚNICO MACHO? ”
“Oh sim, ela dizia, meu único macho, meu único macho. me rasga, me rasga, me rasga.” já estava de quatro. aquelas belas nádegas olhando pra minha cara. tirei meu pau e virei para o lado e fui pra a geladeira e catei uma cerveja e desci para o bar e tomei mais três conhaques e contei tudo para o garçom . e meu pau disse:
“você é um grande bundão, Kambene.”,
“cala a boca”,
“o rei dos merdinhas, Kambene”,
“cala a boca”
daí, nas margens do rio piedra, onde quer que isso seja, sentei e chorei.

Email da autora: jackdaniels@subcultura.net

Fechar Janela